Ontem à noite passou no A&E , no programa "Reportagens Investigativas", um documentário sobre a "Sociedade da Vigilância". O chocante foi ver um programa de reconhecimento facial moderno em ação, pois ele identifica características específicas, dando um número para cada rosto, e faz isso às centenas, catalogando todos os que estavam em um estádio!
Outro aspecto chocante foi ver crianças sendo habituadas,desde pequenas, a serem vigiadas por câmeras. O motivo é simples: os pais desconfiam da babá (que, pra piorar, costuma ser imigrante ilegal). Mas, no futuro, o fruto dessa política é um bando de gente que acha normal ser vigiado 24h.
Tem um ativista pró-privacidade de Nova Iorque (não lembro o nome) muito interessante. Ele organiza excursões para mostrar esculturas e luminárias bonitas, em locais públicos, que na verdade ocultam câmeras (sem que haja um aviso de filmagem), e ainda tem um grupo de teatro que se exibe para as tais câmeras com cartazes de "Fora 1984" e dizeres semelhantes. Ele também afirma que as câmeras não inibem o crime (o principal argumento para seu uso), mas o deslocam para outros locais. Brilhante.
Apesar do programa tentar ser imparcial, sutilmente ficou a impressão de que devemos nos acostumar com a vigilância constante, em nome da segurança. Bem de acordo com a deturpação de direitos fundamentais pós 11 de setembro. Podemos esperar mais lavagem cerebral nos próximos anos.
Outro aspecto chocante foi ver crianças sendo habituadas,desde pequenas, a serem vigiadas por câmeras. O motivo é simples: os pais desconfiam da babá (que, pra piorar, costuma ser imigrante ilegal). Mas, no futuro, o fruto dessa política é um bando de gente que acha normal ser vigiado 24h.
Tem um ativista pró-privacidade de Nova Iorque (não lembro o nome) muito interessante. Ele organiza excursões para mostrar esculturas e luminárias bonitas, em locais públicos, que na verdade ocultam câmeras (sem que haja um aviso de filmagem), e ainda tem um grupo de teatro que se exibe para as tais câmeras com cartazes de "Fora 1984" e dizeres semelhantes. Ele também afirma que as câmeras não inibem o crime (o principal argumento para seu uso), mas o deslocam para outros locais. Brilhante.
Apesar do programa tentar ser imparcial, sutilmente ficou a impressão de que devemos nos acostumar com a vigilância constante, em nome da segurança. Bem de acordo com a deturpação de direitos fundamentais pós 11 de setembro. Podemos esperar mais lavagem cerebral nos próximos anos.

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